pascoa2018
Escapadinha de Páscoa no Douro | PROMOÇÃO
15 Março, 2018

Destaque na Revista Evasões

Destaques

A Quinta da Barroca está em destaque na revista Evasões desta semana.

 

Nas igrejas, é barroca. À mesa, Lamego revela-se mais direta ao assunto, livre de artifícios – imperam o presunto, a bôla, os enchidos e carnes, os frutos. E o vinho claro, com o Douro Vinhateiro, também ele monumental, logo ali ao lado.

O ângulo de visão é indiferente. Seja entre braçadas na longa piscina exterior, na esplanada à sombra de oliveiras centenárias, num dos recantos criados para a leitura com nomes de escritores ou da porta de uma das 30 villas, por onde quer que se olhe, está-se diante de um autêntico postal. Ficar na Quinta da Barroca é estar rodeado de serras (do Marão ao Alvão e Montemuro, basta escolher) e pomares e vinhas a perder de vista, no coração do Alto Douro Vinhateiro, classificado como Património Mundial pela UNESCO há década e meia.

São 25 os hectares desta estância de agroturismo à beira de Armamar. A quinta já soma 30 anos mas foi ampliada e melhorada este ano, com a chegada de um novo proprietário. As três dezenas de villas, todas com nomes de castas ou frutos, têm capacidade para duas a quatro pessoas e mantêm o estilo rústico que pede a moldura em redor. Durante o dia, entre os dois bares, as duas piscinas, o restaurante e campo de ténis, fazem-se provas de vinhos da casa e passeios pelos pomares e vinhas.

Os números são significativos e mostram o peso da Barroca. Tratam-se de 25 mil macieiras, ou não fosse Armamar a capital da maçã de montanha, um hectare de pêra rocha e dezenas de nespereiras e outras árvores de fruto. A quinta produz vinho branco e do porto e os visitantes podem passear por entre os cinco hectares de vinhas das castas malvasia fina, folgazão e chardonnay. O resultado, esse, pode ser bebido e comprado ali mesmo, na quinta. «Em 2017, apanhámos 30 toneladas de uva», conta Manuel Cardoso, o caseiro, que conhece os terrenos melhor do que a palma das suas mãos.

Em terras de cereja de Penajóia, ali também se planta esta variedade de cerejeiras. Produzem-se, em média, 10 toneladas de fruto por ano. Por vezes, há um mimo aos hóspedes, «um cesto de cerejas deixado à porta da villa», explica Mário Magalhães, que gere e comunica o espaço. Ou então são os clientes que ajudam a apanhá-las da árvore.

 

Veja a notícia completa aqui.

Conheça melhor toda a nossa oferta turística em www.quintadabarroca.com.pt